Eu Sou Uma Longa Historia Minha passagem pelo radio. Conquistas, decepções, amizades e estudos
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quarta-feira, 14 de março de 2012
CONFISSÃO
Queria dizer uma coisa nesse momento:
Esse ano, na minha profissão, no meu dia a dia, entrevistei, conversei, lidei com pessoas poderosas, que decidem, que manejam o povo, politicos e artistas de renome, homens e mulheres que são conhecidos, uns muito respeitados, outros nem tanto, mas desempenhando funções muito importantes.. Mas agora, me prosto perante o Menino Jesus, nú das maldades de vi, nú das palavras perigosas que ouvi...e é perante Ele, que me prosto calado para que Ele, nesses ultimos dias, me julgue para eu saber se joguei certo ou errado com todos....com voces.
jrmignone/facebook
em 23 dezembro 2012
INCOMPREENSÃO...
Não dá para entender a incompreensão...não tem como saber tudo do ser humano....não tem como sair ileso de uma incompreensão, ou de um fato mal compreendido...
Não dá para separar a realidade da fantasia...pois a fantasia anestesia a vida. Não dá para ver o ridiculo que acontece, pelo desespero de sentir o tempo que passou e ainda passa...não sabemos se passará ainda.....no dá para acreditar em atos feitos em momentos de vacilo da mente e de traição do coração...faltou a certeza...ou nunca houve sentimentos reais...mas enquanto o coração bater no mesmo compasso atual, existirá amor.
jrmignone/facebook
em 19 dezembro 2011
TEM COISAS QUE A GENTE SENTE E MESMO ASSIM NÃO TEM CAPACIDADE DE EXPRESSAR, ESCREVER, DIZER. ENTÃO FUI A NERUDA...
"Não eras para os meus sonhos, não eras para a minha vida,
nem para os meus cansaços perfumados de rosas,
nem para a impotência do meu desejo suicida,
não eras a bela e doce, a bela e dolorosa.
...
Não eras para os meus sonhos, não eras para os meus cantos,
não eras para o prestígio dos meus amargos prantos,
não eras para a minha vida nem para a minha dor,
não eras o fugitivo de todos os meus encantos.
Não merecias nada. Nem o meu áspero desencanto
nem sequer o lume que pressentiu o Amor. nem para os meus cansaços perfumados de rosas,
nem para a impotência do meu desejo suicida,
não eras a bela e doce, a bela e dolorosa.
...
Não eras para os meus sonhos, não eras para os meus cantos,
não eras para o prestígio dos meus amargos prantos,
não eras para a minha vida nem para a minha dor,
não eras o fugitivo de todos os meus encantos.
Não merecias nada. Nem o meu áspero desencanto
Bem feito, é muito bem feito que tenhas passado em vão
que a minha vida não se tenha submetido ao teu olhar,
que aos antigos prantos se não tenha juntado
a amargura dolente de um estéril chorar.
Tu eras para o imbecil que te quisesse um pouco.
(Oh! meus sonhos doces, oh meus sonhos loucos!)
Tu eras para um imbecil, para um qualquer
que não tivesse nada dos meus sonhos, nada,
mas que te daria o prazer animal
o curto e bruto gozo do espasmo final.
Não eras para os meus sonhos, não eras para a minha vida
nem para os meus quebrantos nem para a minha dor,
não eras para os prantos das minhas duras feridas,
não eras para os meus braços, nem para a minha canção.
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em 18 dezembro 2011
jrmignone/facebook
em 16 dezembro 2011
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